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| O beautiful fall, worthy of sweet songs that talk about the beautiful colors and ready to go, but hoping for dry, solid ash and fragmented |
Poesia, literatura, poesia ádiovisual, poesia da imagem, fotografia, dionysus e os encontros entre palavras e pinturas
domingo, 9 de novembro de 2014
Autumn right now
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Chico Buarque - Tem mais samba
Assim falou(sabiamente) Chico Buarque.
"vem que passa teu sofrer
se todo mundo sambasse seria tão fácil viver",
Sejamos os deuses pagãos, aqueles que amam em qualquer lugar, aqueles prontos para a dança, seja com vinho sob luares, sobre mares, nas margens, nas camas, na rua !
"vem que passa teu sofrer
se todo mundo sambasse seria tão fácil viver",
Sejamos os deuses pagãos, aqueles que amam em qualquer lugar, aqueles prontos para a dança, seja com vinho sob luares, sobre mares, nas margens, nas camas, na rua !
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
desejos outrora partidos em tempos de primevara
em questão, a vinda de um desconhecido vento
oriundo da nova estação
que consigo traz novos ensejos
desejos outrora partidos em tempos de primevara
oriundo da nova estação
que consigo traz novos ensejos
desejos outrora partidos em tempos de primevara
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
passadas as intifadas
passadas as intifadas
o retorno do céu aos olhos festivos
revela o soçobrar das núvens cinzas
a partida sol celebrada num riso altivo
reflexo em mar aberto em lapsos
atirados em trilhas cronológicas
cuja sincronia é esfinge de uma primavera fora de época
ao passo que pisca o gesto apressado
verso incerto alheio ao linear despótico
o retorno do céu aos olhos festivos
revela o soçobrar das núvens cinzas
a partida sol celebrada num riso altivo
reflexo em mar aberto em lapsos
atirados em trilhas cronológicas
cuja sincronia é esfinge de uma primavera fora de época
ao passo que pisca o gesto apressado
verso incerto alheio ao linear despótico
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Entre as elegias e o coração
E lá está ela nesse memorável dia
entre as páginas em duas linguás
Elan vital, minha elegia
a vejo com todos os olhos todo dia
ela estabelece morada no lado profundo
onde dançam metafísica e poesia
coração fértil habitat oportuno
espaço onde sorrisos estão sempre em exposição
revelando pezares trasbordando vida
promoter afirmativo da revolução
que em traços e gestos o amor acirra
entre as páginas em duas linguás
Elan vital, minha elegia
a vejo com todos os olhos todo dia
ela estabelece morada no lado profundo
onde dançam metafísica e poesia
coração fértil habitat oportuno
espaço onde sorrisos estão sempre em exposição
revelando pezares trasbordando vida
promoter afirmativo da revolução
que em traços e gestos o amor acirra
Corpo Vazio
Imodesta apatia
protesta em gesto
desfeita a ponte dialética cujo dia evidencia
a razão, seu pesar indigesto
o samba seu suporte irrestrito
onipresente nos ventos vindouros dos trópicos
quebrará a sombria apatia do adverso
habitante em corações catequizados
pela falta do vinho
e do amor concreto
e do amor concreto
Ineqiuívoco luar
Ineqiuívoca, sem vergonha, cintilante, a lua
Solenemente, à nuvem em verso seguia
O mar, reflexo cadente dela, nua
Trilhava ofegante os olhos meus e jamais jazia
janelas abertas traziam o belo e profundo azul, latente
que ostentava com jactancia um amor ateu
E o riso em deleite conjulgou-se um frescor veemente
Na boca da noite a cor do verbo tornou-se o apogeu
Com maestria findou-se o fenômeno no descer da pálpebra
Caminho de sonho, morada boa
onde a língua poética afronta a cátedra
Solidez dissipada por raios solares, é próprio silêncio que o poeta entôa
Na língua o rebento, nas mãos o ode lento
Descrevia em futuro o luar num presente
que amíude retorna, um ensejo sedento
De hálito fresco o crepúsculo nasce, tênue, intermitente !
Solenemente, à nuvem em verso seguia
O mar, reflexo cadente dela, nua
Trilhava ofegante os olhos meus e jamais jazia
janelas abertas traziam o belo e profundo azul, latente
que ostentava com jactancia um amor ateu
E o riso em deleite conjulgou-se um frescor veemente
Na boca da noite a cor do verbo tornou-se o apogeu
Com maestria findou-se o fenômeno no descer da pálpebra
Caminho de sonho, morada boa
onde a língua poética afronta a cátedra
Solidez dissipada por raios solares, é próprio silêncio que o poeta entôa
Na língua o rebento, nas mãos o ode lento
Descrevia em futuro o luar num presente
que amíude retorna, um ensejo sedento
De hálito fresco o crepúsculo nasce, tênue, intermitente !
Lança à ignorância o apogeu
Perante a vida transcrevi-me em risos, rimas, em imcompreensão
Longe do léxico o cunho vernáculo, a servidão
Lança à ignorância o apogeu.
Esquecei-me mundo, o riso venceu
Trasversalizado o caule confronta o mago
com um romance trasnvalorado, galgo
em pontes, à palavra que salta
pra dentro de mimo onde amor me assalta
e ressalta o intenso testemuno sensível
atenporal vôo, irreversível
Longe do léxico o cunho vernáculo, a servidão
Lança à ignorância o apogeu.
Esquecei-me mundo, o riso venceu
Trasversalizado o caule confronta o mago
com um romance trasnvalorado, galgo
em pontes, à palavra que salta
pra dentro de mimo onde amor me assalta
e ressalta o intenso testemuno sensível
atenporal vôo, irreversível
Vacila a briza movente ao mar
Uma noite
nada
a lua n'água
sublime morada
quando em noite cheia
promessa evidenciada
na incerteza eternizada
sem guia o dito
reluz o escrito
de dentro apraz
o sensível audaz
murmurando o atrito
Vacila a briza
movente ao mar
o sonho é amante do ensejo errante
que esbarra em Dante
lusco fusco radiante
aspira acordar adiante
nada
a lua n'água
sublime morada
quando em noite cheia
promessa evidenciada
na incerteza eternizada
sem guia o dito
reluz o escrito
de dentro apraz
o sensível audaz
murmurando o atrito
Vacila a briza
movente ao mar
o sonho é amante do ensejo errante
que esbarra em Dante
lusco fusco radiante
aspira acordar adiante
sentido poetizado
Racha tanga quando tango stando
all alto er ego da musa música
genero s(ç)a marche o pensar
ao longe físico meta bolico ismo
a esmo dialético material
da escola - rizoma - ritimico
caos centrado em seu si
menor reveldia jamais
coopatada, porem musica
querbrada chega ao centro
quase atonal mas segue
todo o mundo assim giarante
circuante cintilante
batalha pra vida manter
canbeça impermeável
ao vil verdadeiro mundo
sentido poetizado
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| Foto de uma pela filmada: Becket On film - Come and go |
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