
Poesia, literatura, poesia ádiovisual, poesia da imagem, fotografia, dionysus e os encontros entre palavras e pinturas
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
apesar de hoje
Apesar de hoje,
Amanhã, na trilha terrorista
Do ódio em meu olho nú,
e cúmplice duma psique
ocupada de fumaça e erosão
Das camadas emotivas,
Do eu despedaçado, retraído
Pela compulsão niilista.
Busco a tirana paz, pelo conflito,
mesmo tornando-me refém do belicismo
dum coração corroído pelo tempo crono,
pela visão e contrastes da megalópole
sectária que,
não nos deixa ser do presente, amigo.
E os ressentimentos,
aflorados nos campos Elíseos da dor,
plagiando uma cachoeira-
caem do alto das pedras
de coberturas dos arranha-céus
nos santos salvadores
da maldição de existir
futilmente em meio ao vento,
fugaz como o que vejo,
e não é que é,
apenas ilusão óptica, um valor que,
apriori tapa a lacuna da busca
do veio a ser nesse momento,
via representação.
Freqüentarei os pretéritos
de um acontecer nessa estação
inquilina da memória,
para quem sabe,
fechar este poema
e mostrar que ele pode parar,
apesar de seu vasto itinerário
percorrido, e me descer destas palavras,
ainda insuficientes para descrever
o universo e os labirintos dum pensamento,
mas dentro dessa perspectiva,
concluir que mundo não cabe aqui.
Amanhã, na trilha terrorista
Do ódio em meu olho nú,
e cúmplice duma psique
ocupada de fumaça e erosão
Das camadas emotivas,
Do eu despedaçado, retraído
Pela compulsão niilista.
Busco a tirana paz, pelo conflito,
mesmo tornando-me refém do belicismo
dum coração corroído pelo tempo crono,
pela visão e contrastes da megalópole
sectária que,
não nos deixa ser do presente, amigo.
E os ressentimentos,
aflorados nos campos Elíseos da dor,
plagiando uma cachoeira-
caem do alto das pedras
de coberturas dos arranha-céus
nos santos salvadores
da maldição de existir
futilmente em meio ao vento,
fugaz como o que vejo,
e não é que é,
apenas ilusão óptica, um valor que,
apriori tapa a lacuna da busca
do veio a ser nesse momento,
via representação.
Freqüentarei os pretéritos
de um acontecer nessa estação
inquilina da memória,
para quem sabe,
fechar este poema
e mostrar que ele pode parar,
apesar de seu vasto itinerário
percorrido, e me descer destas palavras,
ainda insuficientes para descrever
o universo e os labirintos dum pensamento,
mas dentro dessa perspectiva,
concluir que mundo não cabe aqui.
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Gozando em palavras sem signos
pro s apo et[ic]a podre idéia
de don docas dêces doz i dio tas
na mera mer da lia filha
prodígia do gozo frutrsado
de odissidente que aspas abrem
as pernas vaginais pra sair
sexo dúbio o l h a v a nado
e m oLHo do cu rustácio
a regal[o][d]ado nas ibéria s u
p o r t u g u e s a n d o rabos
de lava cus da bahia em meio a
roça de zé b(o)urr o preto
igua l e u lendo De LEU zé ontEm
nu C.C.J Á nada fezendo além das nuvens
e céu sem l(n)uA CHEIA
DE PELOS na buceta da noite
caliente de libido es con di do na
bunda sentada em K i
lubr i fica ob sena corria ao]signo
fór mu la do de carro baixo
iconoclastrava so signos
antes esta
bele
cidos
de don docas dêces doz i dio tas
na mera mer da lia filha
prodígia do gozo frutrsado
de odissidente que aspas abrem
as pernas vaginais pra sair
sexo dúbio o l h a v a nado
e m oLHo do cu rustácio
a regal[o][d]ado nas ibéria s u
p o r t u g u e s a n d o rabos
de lava cus da bahia em meio a
roça de zé b(o)urr o preto
igua l e u lendo De LEU zé ontEm
nu C.C.J Á nada fezendo além das nuvens
e céu sem l(n)uA CHEIA
DE PELOS na buceta da noite
caliente de libido es con di do na
bunda sentada em K i
lubr i fica ob sena corria ao]signo
fór mu la do de carro baixo
iconoclastrava so signos
antes esta
bele
cidos
aprendendo a conviver com sua realidade(adendo À conviver consigo)
atingido o aprendizado da convivência com sua realidade, porém, não nos põe na condição de conformista, de aceitá-la e desistir de intervir nela. Aceitá-la simplesmente, da forma bruta que vem, pronta, sem tentar lapidá-la.
terça-feira, 12 de agosto de 2008
levar a dia [n]te
lav a da larva
do lebre leve de pena
no rabo branco e manco
de ré música em pente
tocado a corda cabelo
cortado nos trópicos
adiante lápis
lapida a meta
física de pulo
pouso em proust
sem normaculta
cult
cool
cu
do lebre leve de pena
no rabo branco e manco
de ré música em pente
tocado a corda cabelo
cortado nos trópicos
adiante lápis
lapida a meta
física de pulo
pouso em proust
sem normaculta
cult
cool
cu
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
cadê deus ?
... era lá, naquele livro construído, símbolo de resistência, também de desajuste social, de hipocrisia, de dissimualçaõ,onde fascínoras camuflados de religiosos capitalsitas, rerpoduzem as mesmas( porém sutilmente) atrocidades vividas por ancestrais e semelhantes da cultura que recentemente passaram por tal disparate, em nome de uma vaidade transformada em desepero e baixa estima de um povo humilhado, mas guerreiro; alienado, mas de cabeça firme. Naquele livrinho, revolução da arquitetura, uma paródia se fazia: como nos navios, a classe dos leprosos tinha que permanecer escondida, anônima, pra sua doeñça social não contagiar os ex- coitados, agora no papel de algozes. Os sub-humanos estavam quase sentindo-se humanos, até riam, colocavam suas poltronas no subsolo, no mesmo porão que os coitados conhecem bem, para aliviarem-se do labor, e sentirem um pouco de vontade ou ilusão do que eram(pelo menos pareciam ser, os membros eram parecidos, não viam a diferença) gente igual a todos que transitam no cume, que preciam descer até as profundezas, lugar que fazia parte do seu intinerário. Mas os leprosos eram como espectros, assombravam a casta dos ex-coitados, e logo os ex, trataram de neutralizar a presença dos espectros que lhes assombravam. Ainda assim, essa minoria, encontrava no sol, sua válvula de escape, só não sabiam. Eram cegos. A vontade de vida estava na mesma altura da de potência, isso servia de combustível. E assim termina o dia presente nessas linhas, em breve o espaço aqui será o cenário dessa passagem que continuará se desdobrando e nos ensinando a desviar dos projéteis que nos disparam constantemente e que ...
sábado, 19 de julho de 2008
a velocidade do desvio do título pensado e esquecido

Escreveler com penas ativas na volocidade dos dedos pensantes
Pra fugir do tédio prédio prego hoje ouço oastra ouro nos
Vos vá rias de acordo com d essa de ontém que não mata a vontade de ir embora
Aos braços da bela saudade
Fotografada por memória minha
Construtora e atua al que dá pra
Sul pôr o sol no copo e beber
Vinho
Com lua loira ou ruiva
Negra e noite nostra de olhos nus
Prontos destraidos minutes de tal
Vez de ser imônia
Níaca de demo a cracia
Desd em Otelo nive
Revela relvas urbanas que não acompanham
Veloz pensar e parar esquecer ler três
Voice a nova vive
Longe outra vez desdenhado eno horizonte
Belo de dia escuro seco
Desenho de clima pesado e
Estado psíquico que
Ob desce a razão antes
De ser gerúndio fértil
De vermelhos pesares
A quem crer ser
Pra fugir do tédio prédio prego hoje ouço oastra ouro nos
Vos vá rias de acordo com d essa de ontém que não mata a vontade de ir embora
Aos braços da bela saudade
Fotografada por memória minha
Construtora e atua al que dá pra
Sul pôr o sol no copo e beber
Vinho
Com lua loira ou ruiva
Negra e noite nostra de olhos nus
Prontos destraidos minutes de tal
Vez de ser imônia
Níaca de demo a cracia
Desd em Otelo nive
Revela relvas urbanas que não acompanham
Veloz pensar e parar esquecer ler três
Voice a nova vive
Longe outra vez desdenhado eno horizonte
Belo de dia escuro seco
Desenho de clima pesado e
Estado psíquico que
Ob desce a razão antes
De ser gerúndio fértil
De vermelhos pesares
A quem crer ser
terça-feira, 15 de julho de 2008
palavras dissimuladas de realidade
posto o disfarce
oposto ao outro
disfarço desfaço
o julgado desastre
também disparate
primeiro
doutrino
a íntima vontade
depois desconstruo
cru o âmago ferido
diminui o ego
agora
aspiro ouvir
com o corpo
a dança e alçar
vôo e chegar à potÊncia
oposto ao outro
disfarço desfaço
o julgado desastre
também disparate
primeiro
doutrino
a íntima vontade
depois desconstruo
cru o âmago ferido
diminui o ego
agora
aspiro ouvir
com o corpo
a dança e alçar
vôo e chegar à potÊncia
diário d'uma passagem vespertina
O tédio ergue o seu castelo, e seu império permanece
inabalável nas horas testemunhadas por esta escrita;
Ainda semi - coberto pela sombra da moral cristã, que,
pensara e julgara eu, outrora, ter deletado do meu corpo,
da minha cabeça, mas, dei-me conta da perseguição
desta onipotente estupidez, cultuada e com ar de divindade,
cujas ações são fazer-me o que seus criadores conceituaram de mal.
Aguça a culpa que eles empuram em nós guela abaixo, e não sei porquÊ
me acompanha, sendo que não é benvinda, nem tem convite
para comigo conviver.
Este, e uma série de coisas outras que regem meu humor,
estado de espírito; Me faço prosador com Nietzsche e Schop...
para quem sabe entender sensações que possivelmente
passaram eles, também por isso.
inabalável nas horas testemunhadas por esta escrita;
Ainda semi - coberto pela sombra da moral cristã, que,
pensara e julgara eu, outrora, ter deletado do meu corpo,
da minha cabeça, mas, dei-me conta da perseguição
desta onipotente estupidez, cultuada e com ar de divindade,
cujas ações são fazer-me o que seus criadores conceituaram de mal.
Aguça a culpa que eles empuram em nós guela abaixo, e não sei porquÊ
me acompanha, sendo que não é benvinda, nem tem convite
para comigo conviver.
Este, e uma série de coisas outras que regem meu humor,
estado de espírito; Me faço prosador com Nietzsche e Schop...
para quem sabe entender sensações que possivelmente
passaram eles, também por isso.
chuva descrita no recanto das letras do centro artificial
é chuva do lado direito de dentro
que cai num quadro de Jerusalém
bem além do meu interesse de ouvir
a estiagem de fora
do centro que cerca a fonte
das luzes tocadas nas cordas
sete do violão feminino
na tela que mostra a sensível mulher dedilhar
o clítoris da música
olhada da vila guardando
os livros de frente pra rampa
correndo em plásticas
doses de horas respingando
na duração
que cai num quadro de Jerusalém
bem além do meu interesse de ouvir
a estiagem de fora
do centro que cerca a fonte
das luzes tocadas nas cordas
sete do violão feminino
na tela que mostra a sensível mulher dedilhar
o clítoris da música
olhada da vila guardando
os livros de frente pra rampa
correndo em plásticas
doses de horas respingando
na duração
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